Em reconhecimento à ação de responsabilidade social e gesto solidário por meio de realizações de marketing e disseminação dentre as mais de 50 mil empresas representadas pelo SESCON/MG, sobre a importância da contribuição ao Hospital da Baleia por meio do Fundo da Infância e Adolescência (FIA), o SESCON/MG conquistou em 2011 o Selo Organização Amiga do Hospital da Baleia. Conheça mais sobre o FIA:
Fundo da Infância e Adolescência garante atendimento de qualidade aos pacientes pediátricos do Hospital da Baleia
Entenda como fazer do Imposto de Renda um ato de solidariedade
Lugar de criança definitivamente não é em um hospital. Infelizmente, as enfermidades não escolhem idade para acontecer. As instituições de saúde devem procurar meios de minimizar a angústia e o sofrimento dos pequenos pacientes, bem como apoiar os familiares em um período tão delicado. É isso que fazem, diariamente, os profissionais do Hospital da Baleia.
Anualmente são mais de 27 mil atendimentos a crianças e adolescentes das mais variadas faixas etárias e condições sociais. Isso significa que, além de lutar pela cura, alguns dos pequenos guerreiros ainda têm que enfrentar outros
problemas, como a deficiência de nutrientes devido à má alimentação, condições financeiras desfavoráveis e a fragilidade familiar, por exemplo. E é pensando nos direitos de cidadania desses jovens em situação de risco social que o Baleia promove diversos programas nas áreas de nutrição, psicologia, transporte e conforto hospitalar, entre outras.
Por ser uma instituição filantrópica e um hospital geral, ou seja, que atende a crianças, jovens, adultos e idosos nas mais variadas especialidades médicas, o Baleia não possui recursos suficientes para contribuir para a melhoria da qualidade de vida das crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Para cumprir esse papel, o Baleia encontrou no Fundo da Infância e Adolescência (FIA) o recurso para levar dignidade para esse público. “A destinação do imposto de renda devido é para empresas e pessoas uma maneira de declarar a sua consciência humanitária, de poder mudar o mundo com um gesto solidário e de fundamental importância para a dignidade no tratamento de crianças e jovens em risco social em tratamento do câncer e outras doenças graves”, afirma a gestora de Marketing e Leis de Incentivo do Baleia, Hosana Santi.
Ela faz um convite: “faça parte desta história e venha ver com seus próprios olhos como a solidariedade pode transformar vidas. Acompanhe os investimentos do seu imposto de renda em nosso Hospital. Saiba que sorrisos,
agradecimentos e um alívio no tratamento podem ser a recompensa de quem ajuda o Hospital da Baleia a recuperar a saúde de milhares de pessoas anualmente”, finaliza.
Saiba o que é o Fia
O Fundo da Infância e Adolescência (FIA) foi criado em 1994 e funciona como um suporte ao Estatuto da Criança e do Adolescente. Por meio dele, pessoas e oganizações se tornam protagonistas de uma história que, graças à solidariedade, tem milhares de finais felizes. Muitas vezes queremos contribuir, fazer a diferença na vida de uma pessoa, mas bate a insegurança: “Isso funciona? O recurso chega ao destino?” Para você, que tem alguma dúvida sobre o assunto, o Hospital da Baleia explica:
Quanto posso destinar ao FIA?
No caso de pessoa física (PF), a destinação é de até 6% do imposto de renda devido. Já para as empresas, pessoas jurídicas (PJ), o limite é de 1%.
Eu perco dinheiro com essa destinação?
Não. A destinação é sem ônus, ou seja, você não paga nada.
Tenho dependentes. Posso contribuir?
Sim. A destinação não prejudica outras deduções (dependentes, saúde, educação e pensão alimentícia).
Minha empresa trabalha com o lucro presumido. Posso destinar?
Não. Só empresas que adotam como regime a tributação real.
A destinação é feita na época da entrega da Declaração Anual?
Não. Tanto pessoas quanto organizações têm até o dia 31 de dezembro de cada ano para destinar recursos para serem deduzidos no ano seguinte.
Quem recebe o dinheiro? Ele é depositado na conta do Baleia, por exemplo?
Os recursos do FIA são geridos pelos Conselhos de Direitos das Crianças e dos Adolescentes. São eles que recebem os recursos e repassam às instituições cadastradas.
Qualquer instituição filantrópica pode receber esses recursos?
Não. Somente as que têm projetos sociais credenciados nos Conselhos de Direito das Crianças e dos Adolescentes, como é o caso do Hospital da Baleia. A instituição deve cumprir uma série de requisitos.
Os Conselhos fiscalizam a aplicação de recursos?
Sim. As instituições beneficiadas devem prestar contas do dinheiro investido aos Conselhos municipais e estaduais.